Política

BRANDÃO CLAMA POR ÉTICA DA JUSTIÇA EM BRASÍLIA, MAS NO MARANHÃO USA O PODER PARA PERSEGUIR ADVERSÁRIOS

A decisão de permanecer no cargo com o objetivo de manter o controle do Estado dentro da própria família deixa… [ ]

10 de abril de 2026

A decisão de permanecer no cargo com o objetivo de manter o controle do Estado dentro da própria família deixa registrado na biografia de Brandão os traços escondidos e disfarçados da sua personalidade, onde mentira, traição, deslealdade e ganância revelam o verdadeiro caráter do atual governador do Estado.

O que significa ser ético para Carlos Brandão?

Por mais que a imprensa a serviço da família Brandão tente maquiar o que vem acontecendo no Maranhão, cujo objetivo é influenciar a opinião pública, e transformar Brandão em vítima, a verdade é que o governador e membros da sua família respondem vários processos nas esferas federais por crimes que variam de corrupção a assassinato. E o mais grave é que, além disso, vem usando indiscriminadamente a máquina do Estado para tentar impor o sobrinho como novo governador; e isso sob o olhar do Ministério Público, que parece ignorar os desmandos do governo.

O modelo coronelista de fazer política

Basta observar como nos últimos anos o vice-governador vem sendo atacado e perseguido pela Assembleia Legislativa, Ministério Público e Imprensa Aliada ao Palácio dos Leões. Essa CPI, por exemplo, mesmo com uma decisão do STJ suspendendo todo o processo, mostra como a assembleia continua perseguindo Felipe Camarão para agradar o governador.

Já nos últimos meses, com a certeza de que Eduardo Braide seria candidato ao governo, começaram os ataques na imprensa, acompanhados de greve de ônibus e a criação de um clima beligerante da Câmara de Vereadores da capital, comandado por Paulo Vitor e Beto Castro, este último, sendo um dos personagens da cena do crime do Tech Office, que agora está sendo investigado pela Polícia Federal.

Falando em Tech Office, o inquérito feito pela Polícia Civil perdeu validade depois que a Polícia Federal assumiu as investigações e detectou fortes indícios do uso de influência política na investigação local para ocultar a presença na cena do crime do Presidente do TCE, Daniel Brandão, que é outro sobrinho do governador. Inclusive, em decisão recente do STF, o ministro Flávio Dino, o relator do caso, proibiu a Polícia Civil do Maranhão de se aproximar ou fazer qualquer investigação paralela.

Sem poder mais interferir no inquérito do caso, restou a Brandão tentar constranger os ministros do STF, ora vazando áudios sem relação direta ou emplacando matérias direcionadas, alegando perseguição política, como se Brandão fosse um santo milagreiro, mas no Maranhão real, fora da mídia brandonista, milagre mesmo só a multiplicação do patrimônio da sua família, em apenas três anos de governo.

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